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Vivo ouvindo minhas amigas reclamarem que não encontraram o cara certo. Na tentativa de ajudá-las, pergunto como seria esse “cara certo”. A maioria delas me faz um discurso cheio de regras aonde no final da trama, os homens se parecem com um príncipe encantando.

Algumas fingem não sofrer do complexo de cinderela, por que consideram esta figura coisa de mininha. Outras, ainda não se decidirem, mas sabem que querem algo. Em sumo, o que todas querem é atenção. Ora, toda pessoa que se preze quer a atenção de alguém.

O problema mora na forma atenciosa. A exigência pelo café da manhã, buquê de rosas, porta aberta do carro, ‘eu te amo’ escrito de batom no espelho do banheiro, pétalas de rosa, etc. exigência não tem encanto. Para ser mágico tem que ter mistério. Desvendar o segredo, que estava descoberto, mas cego.

Romantismo não é cafona nem clichê. Romantismo é estilo de vida. É opção, escolha, forma e jeito que se opta para fazer cada momento mais encantador. Se for a dois, romantismo pode ser presente. Se for sozinho é encanto próprio.

Maíra Palmieri

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