Tags

, ,

Amor sem censura, apimentado e tratado de maneira irreverente, algo que não se explica, apenas sente

Por Mar. Marti.

Era um dia tão comum como os outros. Uma quinta-feira de agosto. Sai para mais uma caminhada vespertina. Meu corpo suava feito orvalho de uma planta. Um estado similar me remeteria a uma noite intensa de amor. Suor escorrendo nas costas, calor na nuca, o corpo dolorido, os músculos se dilatando e no final, um bem estar inigualável.

Saí de La, e parti para mais um happy hour com amigos. Biritas rolando, cigarros queimando, o papo incessante, e a vontade de algo mais. O telefone toca – o caso sem nome – que não consegue falar. Retorno mais tarde, mas sem novidade e não consigo falar. Encontros e desencontros sempre marcando presença.

No caminho de volta, meu corpo queimava de desejo, a vontade de sentir-me amada não me abandonava por um minuto sequer, estava desesperada por uma abraço apertado, um beijo gostoso, um toque especial e louca por uma foda que me tirasse o fôlego, amolecesse minhas pernas e molhasse meus cabelos.

Deitei em minha cama, olhei para o céu, sem muitas estrelas e a lua crescendo cada vez mais, senti o lençol acariciando as minhas pernas, e o travesseiro que estava no meios das minhas pernas pegando outro formato.

Tantas contradições que não poderiam resultar em outra coisa. A noite me encontrei com ele. Nos deparamos frente a frente com nossos desejos. Olhei em seus olhos e vi refletido o meu corpo despido em cima de uma cama de motel. Sem muita demora me deu um beijo molhado e enfiou a língua dentro da minha boca. Sua saliva grossa se misturava com a minha e seu gosto de chá fresco me atiçava ainda mais.

Sua boca percorria meu pescoço, sua barba me causava arrepios, enquanto suas mãos tomavam conta dos meus seios. Minhas mãos tocavam suas costas e as unhas arranhavam a sua pele. Sua mão passeava pela minha barriga até embaixo, meu abdômen se contraía e pedia para minha calça se abrir. Seus dedos tocavam levemente a costura da minha calcinha, enquanto eu desabotoava a sua calça. Seu pau já bastante duro, apertado dentro da cueca me pedia para tira-lo de la de dentro.

Finalmente seu pau estava em minhas mãos, sentia sua circulação ferver. Já sem calça, fui colocada na posição de 4 e minhas costas foram beijadas por todos os cantos. Senti sua língua beijar a minha bunda e sua cabeça se enfiar por entre minhas pernas. Lá começava beijar a minha vagina e sua língua procurava encontrar meu clitóris. Eu o jogo na cama e sem demora enfio seu pau em minha boca. Já a um passo de gozar, me faz parar e me coloca de costas pra ele.

Minhas costas sentem seus pêlos roçarem e minha perna direta é colocada cima. Logo sinto o pau sendo introduzido em mim com movimentos lentos, e com força, me fazendo gemer de tesao. Meu corpo é lançado pro colchão e me vejo em posição de 4, nos chupamos mais e logo meu corpo é empurrado para baixo de encontro com seus pés. Minha vagina toca o seu pau e num instante já esta introduzido em mim novamente. Ele me fode por 40 minutos incansavelmente. Minhas pernas já trêmulas, o frio na barriga e a boca seca alertam que vou gozar. No mesmo momento sinto os seus movimentos mais rápidos e o tesao cada vez aumentando mais, a respiração ofegante, minha vagina se fechando, dilatando, começa a ficar cada vez mais molhada, o seu pau mais duro do que nunca, e nos apertamos até quase sufocar e num momento que mais parece uma eternidade gozamos.. gozamos.. e gozamos.. até perdermos as forças.

Abro os olhos, e reparo que minha cama de solteiro esta mais molhada do que nunca, o meu lençol manchado deixa vestígios. O sol batendo no meu rosto me mostra que o dia já esta claro e me apresso para levantar e tomar um bom banho quente para começar o dia.

Anúncios